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      <title>Crônicas de Antes: - </title>
      <link>http://oliteratico.webnode.com</link>
      <language>en</language>
      <pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:05:00 +0200</pubDate>
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      <category>Crônicas de Antes:</category>
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         <title>CÁ, SE EU PUDESSE...</title>
         <link>http://oliteratico.webnode.com/news/ca-se-eu-pudesse-/</link>
         <description><![CDATA[

Não faria sonetos, imaginaria sons infinitos,
Se eu pudesse ter na proximidade um encanto
Que vivi poucas vezes na contemplação de momentos
Em que, na beleza de existir, você à distância me iluminava.

Bela, além da beleza meiga de existir
Em meio aos fartos aromas e sabores de viver.
Sorriso meigo, límpida face, exuberância de ser,
Intensos delineamentos dos olhos e mechas.

Há limites ao querer, milhões, sorrateiros,
Alguns palpáveis, outros sentidos com sutileza.
A imaginação, no entanto,...]]></description>
         <pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:05:00 +0200</pubDate>
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         <category>Crônicas de Antes:</category>
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         <title>Professores escritores</title>
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         <description><![CDATA[Há alguns meses vi em um revista de literatura, enquanto aguardava num consultório médico, uma reportagem sobre um professor que tinha tido sucesso como escritor de livros literários. Não me referirei a seus livros nem ao nome do autor por enquanto.
&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Não conseguiria eu avaliar agora se o sucesso dele como escritor trouxe-lhe também algum tipo de reconhecimento na sala de aula. Num país curioso como o Brasil, que tem uma...]]></description>
         <pubDate>Tue, 04 Aug 2009 21:52:00 +0200</pubDate>
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         <category>Crônicas de Antes:</category>
      </item>
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         <title>      Quimicaeroticamente</title>
         <link>http://oliteratico.webnode.com/news/quimicaeroticamente/</link>
         <description><![CDATA[A partir de uma síntese enigmática inatural,
Na orgânica artificial produção de proibidos sentidos,
Acontece nossa força vital em imiscivelmente nos decantarmos,
Na gravidade que permeia tudo o que poderia ser alquimia.
&#160;
Lentamente, fez-se a química do teu olhar a provocar-me uma reação inesperada.
União de átomos da solução sem solução a refletir nossa impossível co-valência.
Compartilhar tantos potenciais elétrons é impossível?
Inevitáveis são, sem infusão permitida, nem combustão...]]></description>
         <pubDate>Thu, 09 Jul 2009 07:03:00 +0200</pubDate>
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         <category>Crônicas de Antes:</category>
      </item>
      <item>
         <title>Observações de cotidianas viagens de metrô</title>
         <link>http://oliteratico.webnode.com/news/observa%c3%a7%c3%b5es%20de%20cotidianas%20viagens%20de%20metro/</link>
         <description><![CDATA[&#160;
Penso quão infeliz fui ao ser obrigado a viajar em trens metropolitanos em São Paulo, nos picos da manhã e no final da tarde. Porém, mais otimista, vejo os sentidos de viajar de metrô ao acompanhar pormenores sensíveis de tantos cotidianos de almas em busca de esperança na metrópole sufocante.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; 
Correr na escada rolante é daqueles fenômenos da pressa neurótica que corroem ainda mais a vida pouco qualificada da anônima cidade. O trem chega, em momentos de...]]></description>
         <pubDate>Fri, 26 Jun 2009 18:39:00 +0200</pubDate>
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         <category>Crônicas de Antes:</category>
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      <item>
         <title>Mãe, paradigmaticamente</title>
         <link>http://oliteratico.webnode.com/news/m%c3%a3e%2c%20paradigmaticamente/</link>
         <description><![CDATA[&#160;
&#160;
&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; A bem dizer, o comércio bendiz o dia das mães.
&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Mas, há más mães, infelizmente.
&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Menos ausentes que outras entidades estatisticamente elas são.
&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Só que não garantem tudo, como pensam culturas...]]></description>
         <pubDate>Sun, 24 May 2009 23:07:00 +0200</pubDate>
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         <category>Crônicas de Antes:</category>
      </item>
      <item>
         <title>Felicidades</title>
         <link>http://oliteratico.webnode.com/news/felicidades/</link>
         <description><![CDATA[&#160; &#160; &#160; &#160;&#160; Do que ouvi e li, anoto algumas coisas na memória . Alguma coisa que me incomoda fica um tempo mais . De algo atribuído por blogs da Internet à escritora Clarice Lispector surgiu-me a frase “ Não tenho tempo pra mais nada , ser feliz me consome muito ...”. Há variante em que o “ pra ” vira “ para ”, outra em que somem as reticências . O que há em comum é o impacto que causa o contraste em não ter tempo para algo diferente da felicidade ( mais nada ) com a...]]></description>
         <pubDate>Sun, 24 May 2009 22:41:00 +0200</pubDate>
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         <category>Crônicas de Antes:</category>
      </item>
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         <title>  Ideias, crônicas e nada</title>
         <link>http://oliteratico.webnode.com/news/ideias-cronicas-e-nada1/</link>
         <description><![CDATA[
&#160;&#160; &#160; &#160; &#160;&#160;Um assunto sério é a falta de assunto, que já foi tratado por mim quando criei uma crônica sobre isso. Outro é a escrita sobre o próprio ato de escrever, que é a chamada metalinguagem. Sem querer ser repetitivo, faço uma crônica sobre o cronista.
&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Não me repreendam, por favor, porque não pretendo deixar alguém só com o nada, ou seja, sem assunto, tampouco tratar do ato de escrever, em si, nas suas...]]></description>
         <pubDate>Wed, 06 May 2009 17:29:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://oliteratico.webnode.com/news/ideias-cronicas-e-nada1/</guid>
         <category>Crônicas de Antes:</category>
      </item>
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         <title> Ideias, crônicas e nada</title>
         <link>http://oliteratico.webnode.com/news/ideias-cronicas-e-nada/</link>
         <description><![CDATA[&#160;&#160; &#160;&#160;Um assunto sério é a falta de assunto, que já foi tratado por mim quando criei uma crônica sobre isso. Outro é a escrita sobre o próprio ato de escrever, que é a chamada metalinguagem. Sem querer ser repetitivo, faço uma crônica sobre o cronista.

&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Não me repreendam, por favor, porque não pretendo deixar alguém só com o nada, ou seja, sem assunto, tampouco tratar do ato de escrever, em si, nas suas muitas...]]></description>
         <pubDate>Wed, 06 May 2009 17:27:00 +0200</pubDate>
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         <category>Crônicas de Antes:</category>
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         <title>CATEDRAIS DA ALMA</title>
         <link>http://oliteratico.webnode.com/news/catedrais-da-alma/</link>
         <description><![CDATA[


	]]></description>
         <pubDate>Mon, 27 Apr 2009 01:39:00 +0200</pubDate>
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         <title>Amigo Secreto, Laços Invisíveis</title>
         <link>http://oliteratico.webnode.com/news/amigo%20secreto%2c%20la%c3%a7os%20invisiveis/</link>
         <description><![CDATA[
&#160;
Tentar desvendar significados de manifestações coletivas não é simples; se assim fosse, não haveria tantas discordâncias entre teóricos importantes de várias especialidades sobre algumas delas. Como explicar, por exemplo, o fenômeno do amigo secreto? A expressão é, em si, contraditória, porque amigos não são secretos. A substituição, em uma variante, do adjetivo da expressão por “oculto” não resolve a oposição evidente: quem é amigo não se...]]></description>
         <pubDate>Sun, 19 Apr 2009 10:10:00 +0200</pubDate>
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         <category>Crônicas de Antes:</category>
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